Memórias da Infância
EDITORA
Autor: Antônio da Silva Santos
MEMÓRIA VIVA
O Sítio e Seus Encantos
Narrativas Verdadeiras
PRIMEIRAMENTE, AGRADEÇO A DEUS POR ME DAR SAÚDE E A
OPORTUNIDADE DE CONCRETIZAR ESTE SONHO. ESTE LIVRO É O
RESULTADO DE UMA JORNADA REPLETA DE DESAFIOS E APRENDIZADOS, E
SOU GRATO PELA FORÇA QUE ME PERMITIU CHEGAR ATÉ AQUI.
DEDICO TAMBÉM ESTA OBRA À MINHA FAMÍLIA, QUE SEMPRE ESTEVE AO
MEU LADO, ME APOIANDO EM CADA ETAPA DO CAMINHO. SEM O AMOR, O
INCENTIVO E A COMPREENSÃO DE CADA UM DE VOCÊS, ESTE PROJETO NÃO
TERIA SIDO POSSÍVEL.
AOS MEUS AMIGOS, MINHA ETERNA GRATIDÃO. OBRIGADO POR CADA
PALAVRA DE ENCORAJAMENTO E POR ACREDITAREM EM MIM. VOCÊS
FORAM PARTE ESSENCIAL DESSA CONQUISTA.
A TODOS OS LEITORES, QUE POSSAM ENCONTRAR NAS PÁGINAS DESTE
LIVRO UM POUCO DA INSPIRAÇÃO E DA MOTIVAÇÃO QUE ME GUIARAM ATÉ
AQUI.
Autor: Antônio da Silva Santos
SUMÁRIO
CAPÍTULO - 2
O GATO QUE ERA GATA
O GALO QUE BOTOU UM OVO
O PORCO MORTO VIVO
CAPÍTULO - 3
CAPÍTULO - 4
CAPÍTULO - 1
HISTÓRIA DE TONY
AS RAÍZES DE TONY
A DOENÇA E AS PRIMEIRAS PERDAS
A CHEGADA DE BETO
O CONFRONTO
UM NOVO LAR
AS PERDAS E A VIDA ADULTA
UMA REFLEXÃO SOBRE A VIDA
11
12
13
15
16
17
18
19
20
21
24
27
22
25
28
NEM SEMPRE É O QUE PARECE
CAPÍTULO - 5
30
31
O CONSELHO DE UM FILHO
34
O ENTEADO E O PADRASTO
35
MOMENTOS DA VIDA
CAPÍTULO - 6
39
40
SONHO DE UM PAI
42
JOÃO E SEUS FILHOS
CAPÍTULO - 7
44
45
AS DIFICULDADES DA VIDA
CAPÍTULO - 8
48
49
A LENDA DA VACA ENGANOSA
CAPÍTULO - 9
53
54
O CAUSO DOS PRIMOS ESPERTOS
CAPÍTULO - 10
58
59
A VACA GILETE E O BEZERRO BRANCO DE NEVE
CAPÍTULO - 11
63
64
A LENDA DO TESOURO DA CASA MAL-ASSOMBRADA
CAPÍTULO - 12
69
70
NESTE LIVRO, REUNI HISTÓRIAS FASCINANTES QUE, EMBORA PAREÇAM TIRADAS DE UM CONTO
DE FADAS, SÃO TODAS VERÍDICAS. SÃO RELATOS QUE DESAFIAM A LÓGICA E NOS LEVAM A
QUESTIONAR O QUE ACREDITAMOS CONHECER SOBRE O MUNDO AO NOSSO REDOR.
AQUI
VOCÊ
ENCONTRARÁ,
POR
EXEMPLO,
A
CURIOSA
HISTÓRIA
DO
GALO
QUE,
SURPREENDENTEMENTE, BOTOU UM OVO, DEIXANDO TODOS PERPLEXOS. OU O CASO DO PORCO
"MORTO-VIVO", QUE VOLTOU À VIDA DE FORMA INESPERADA, DESAFIANDO QUALQUER
EXPLICAÇÃO. E AINDA, O ENIGMÁTICO EPISÓDIO DO GATO QUE, NA VERDADE, ERA GATA – UMA
DESCOBERTA QUE TROUXE SURPRESAS E RISADAS PARA QUEM O CONHECIA.
ESSAS SÃO APENAS ALGUMAS DAS HISTÓRIAS QUE FAZEM DESTE LIVRO UM CONVITE À
CURIOSIDADE E AO ENCANTAMENTO COM OS MISTÉRIOS DA VIDA COTIDIANA. ESPERO QUE, AO
VIRAR CADA PÁGINA, VOCÊ SE SINTA TÃO MARAVILHADO (A) QUANTO EU AO VIVER ESSES
RELATOS.
Apresentação
Autor: Antônio da Silva Santos
CAPíTULO - 1
História de Tony
Autor: Antônio da Silva Santos
11
História de Tony
Essa história que lhes vou contar é baseada
em fatos reais. Embora muitos dos nomes
sejam fictícios, os acontecimentos marcaram
a vida de Tony e de sua família. O cenário é o
extremo interior de Alagoas, em um sítio
modesto, onde o tempo passa devagar e os
valores da terra e da família são os
verdadeiros alicerces.
12
As Raízes de Tony
Tony nasceu em 1981, em uma pequena casa
de tijolos vermelhos construída com o esforço
das mãos de seu pai, Cícero e seu avô Tião.
Não foi necessário ir ao hospital: sua mãe,
Nita, contou com a ajuda das vizinhas para
trazer Tony ao mundo em casa, de forma
simples e caseira. A pequena casa em que
viviam era rodeada de mato e de árvores
frutíferas,
onde
Tony
costumava
correr
livremente com seus pezinhos descalços. Nita
sempre dizia que o cheiro da terra molhada,
após a chuva, era o "perfume do sítio" - e
Tony adorava ouvir sua mãe falar dessa
forma, tão apaixonada pela vida rural.
Dois anos depois, nasceu Lia, a irmã caçula de
Tony. Os dois cresceram brincando entre as
árvores,
buscando
frutas
e
inventando
aventuras com os animais que tinham ao
redor. A infância era marcada por essa
liberdade e pelas histórias que o pai, Cícero,
contava nas noites de lua cheia.
13
Ele era um homem brincalhão e sério, mas,
nos momentos em que compartilhava suas
histórias, sua face se iluminava. Tony olhava
para o pai com admiração, imaginando se um
dia seria como ele.
14
A Doença e as Primeiras Perdas
Em 1985, uma reviravolta abalou a família.
Cícero e Nita ficaram doentes, e Tony também
começou a se sentir fraco. Em busca de
tratamento, Cícero decidiu levar a família de
volta para casa, na esperança de encontrar
algum remédio ou médico que pudesse curá-
los ao lado da família. A longa viagem parecia
interminável para Tony, que se agarrava à
mão da mãe enquanto observava os cenários
desconhecidos pela janela do ônibus.
Ao chegarem em Alagoas, a saúde de Cícero e
dos familiares não estava muito melhor. O
tempo passava, e a doença parecia se
espalhar de um para outro, como um fardo
que todos compartilhavam. A tia Josefa, irmã
de Cícero, foi a primeira a falecer. Sete dias
depois, o pai de Tony também partiu,
deixando um vazio irreparável no coração da
família. Tony, Nita e Lia também lutavam
contra a doença, mas, com o tempo e a ajuda
das orações de Nita, conseguiram recuperar a
saúde. Nita, agora sozinha, passou a cuidar
dos filhos com o esforço dobrado.
15
A Chegada de Beto
Dois anos depois, em 1987, Nita conheceu
Beto. Ele era um homem aparentemente
trabalhador, e Nita pensou que ele pudesse
ajudá-la a sustentar a família e trazer alguma
segurança para os filhos. Eles se casaram, e,
por um tempo, a presença de Beto parecia
trazer estabilidade ao lar. Contudo, aos
poucos, o comportamento de Beto começou a
mudar.
Beto era um homem de temperamento
instável, que rapidamente se irritava com
pequenos
detalhes.
Ele
reclamava
das
brincadeiras de Tony e Lia e não gostava de
vê-los correndo pela casa. Com o passar dos
anos, ele se tornou mais agressivo, puxando
as orelhas de Tony e dando-lhe cascudos por
qualquer motivo. Se algo o irritava, Tony era o
primeiro a sentir a ira de Beto, levava umas
lapadas,
muitas
vezes
sem
razão.
Os
momentos de paz que Tony havia conhecido
se tornaram apenas lembranças distantes, e
ele começou a viver com medo.
16
O Confronto
No ano de 1994, quando Tony tinha 14 anos,
ele já era um rapaz forte, de coração corajoso,
mas com o peso de muitos traumas. Certo
dia, após uma discussão trivial, Beto tentou
dar outra surra em Tony. Mas dessa vez, algo
dentro do garoto havia mudado. Ele já não
era mais uma criança indefesa e decidiu que
não permitiria mais os abusos. Encarou Beto
de frente e disse, com firmeza, que ele não
teria mais poder sobre sua vida. O embate foi
intenso, com gritos e xingamentos, mas,
naquele momento, Tony percebeu que sua
mãe, Nita, optara por ficar ao lado de Beto.
Sentindo-se traído e sem ter onde morar,
Tony se viu obrigado a buscar abrigo em
outro lugar. Felizmente, seus avós, Tião e Ana,
sempre tiveram um carinho especial por ele.
Ao saberem da situação, abriram as portas de
sua casa e acolheram Tony como seu neto
querido.
17
Um Novo Lar
A casa dos avós de Tony ficava bem próxima,
mas era um verdadeiro refúgio de paz. Tião e
Ana eram idosos sábios e amorosos, que
sempre cultivaram a terra e os valores da
família. Sob o cuidado dos avós, Tony sentiu-
se protegido e começou a recuperar a
esperança.
Tião
lhe
ensinava
sobre
as
plantações,
enquanto
Ana
cozinhava
as
comidas de sua infância, como o cuscuz e a
tapioca quentinhos, servidos com chá e café
forte.
Com os avós, Tony encontrou a tranquilidade
que
havia
perdido.
Foram
anos
de
crescimento,
onde
ele
aprendeu
sobre
responsabilidade, trabalho e respeito. Para
ele, Tião e Ana eram mais que avós; eram
mentores que moldaram seu caráter.
18
As Perdas e a Vida Adulta
A felicidade ao lado dos avós durou até que
Ana adoeceu e faleceu. Anos depois, Tião
também
partiu,
deixando
Tony
com
a
sensação de estar, mais uma vez, sozinho no
mundo. Mas, agora adulto, Tony havia se
tornado um homem forte, capaz de se
sustentar e enfrentar a vida.
Pouco tempo depois, Tony conheceu uma
mulher especial. Eles se apaixonaram e,
juntos, construíram uma nova família, tendo
dois filhos: Isa e Tavinho. Com sua própria
família, Tony se dedicou a ser o melhor pai
que poderia ser, ensinando valores de amor,
compaixão e justiça - aqueles que ele havia
aprendido com Tião e Ana.
19
Uma Reflexão Sobre a Vida
Hoje, em 2025, Tony olha para seus filhos, Isa,
com 14 anos, e Tavinho, com 18. Sente um
orgulho profundo por eles e gratidão pela
vida que construiu, apesar de todos os
desafios que enfrentou. Ele sorri ao lembrar
que, mesmo diante de tanto sofrimento,
encontrou paz e felicidade, compensando as
dores do passado. Isa e Tavinho são, para ele,
uma verdadeira bênção, e ele vive com a
certeza de que Deus guiou seus passos para
que pudesse, um dia, alcançar esse momento
de alegria e realização.
Agradeço a todos os leitores que chegaram
até aqui. Meu muito obrigado.
20
CAPíTULO - 2
O gato que era gata
Autor: Antônio da Silva Santos
21
Era por volta de 1995, no Sítio Boa Vista, no
município de Carneiros, Alagoas, onde vivi
momentos inesquecíveis ao lado dos meus
avós, Sebastião Vitorino dos Santos e Ana Maria
de França. Durante dez anos, aquele lugar foi o
cenário da melhor fase da minha vida.
Todo domingo, eu ia até a cidade mais próxima,
Carneiros, para buscar carne e garantir nossa
alimentação para a semana. Em um desses
domingos, ao voltar para casa, minha avó me
disse que a gata estava grávida e que estava
dando à luz naquele exato momento. Curioso e
um tanto apreensivo, corri para ver o que
estava acontecendo.
Ao chegar, já encontrei o primeiro filhote
recém-nascido e outros a caminho. Fiquei
surpreso, pois nunca tinha ouvido falar que
gatos machos poderiam dar à luz! Com o passar
das horas, a gata trouxe ao mundo cinco lindos
gatinhos. A partir daquele dia, a nossa "gata"
passou a ser chamada de "gata-mãe", pois
agora ela cuidava dos filhotes com todo o
carinho,
amamentando-os
e
mantendo-os
aquecidos.
O gato que era gata
22
Esse
acontecimento,
que
pode
parecer
simples, se tornou uma das memórias mais
queridas da minha infância. Muitas pessoas
podem achar que essa história é uma
invenção, mas eu testemunhei tudo de perto.
Essa é uma verdade que carrego comigo,
baseada em fatos reais e vividos em primeira
pessoa.
23
CAPíTULO - 3
O porco morto vivo
Autor: Antônio da Silva Santos
24
O porco morto vivo
Era por volta do ano de 1995, no Sítio Boa
Vista, no município de Carneiros, Alagoas.
Naquela época, eu morava com meus avós
paternos, o Sr. Sebastião Vitorino dos Santos e
a Sra. Ana Maria de França. Vivi ali por dez
anos – sem dúvida, os melhores anos da minha
vida. A história que vou contar aconteceu
numa dessas noites de Natal, quando as festas
eram sempre fartas e animadas.
Na véspera de Natal, lembro-me bem que
chovia
e
fazia
um
friozinho
bom.
Era
madrugada, em torno de quatro horas,
quando meu avô chamou meus tios e mandou
que fossem buscar o porco no chiqueiro. Ele
precisava ser abatido para o banquete da
noite. Meus tios trouxeram o bicho, e com um
golpe certeiro de machado, o porco foi
sacrificado. Como de costume, aproveitamos o
sangue para fazer o tradicional sarapatel. O
animal foi posto sobre dois bancos de madeira,
e, ao lado, havia uma lata de água fervendo
para facilitar a limpeza.
25
Começamos, então, a remover os pelos do
porco.
Limpamos
um
dos
lados
dele
completamente, e, quando fomos virá-lo para
limpar o outro lado, o inesperado aconteceu: o
porco escorregou das nossas mãos, caiu no
chão – e, surpreendentemente, saiu correndo!
Metade do corpo já estava sem pelos, e a outra
ainda com cerdas, mas lá estava ele, se
debatendo e fugindo como se nada tivesse
acontecido!
Em meio à escuridão da madrugada e à chuva
fina que caía, o "danado" correu feito um raio
entre as palmas e desapareceu. Procuramos
por ele, mas era difícil achá-lo naquele breu.
Resolvemos esperar o dia clarear. Depois de
cerca de uma hora, ao finalmente encontrá-lo,
constatamos que dessa vez ele estava morto
de verdade.
Recolhemos o bicho, finalizamos o preparo e
seguimos com os procedimentos para a ceia. A
história virou uma das lembranças mais
contadas nas noites de Natal. E, entre risadas e
lembranças, aproveitamos a festa, que foi só
alegria.
26
CAPíTULO - 4
O galo que botou um ovo
Autor: Antônio da Silva Santos
27
O galo que botou um ovo
Era por volta do ano de 1995, no Sítio Boa
Vista, no município de Carneiros, Alagoas.
Naquela época, eu morava com meus avós
paternos, o Sr. Sebastião Vitorino dos Santos
e a Sra. Ana Maria de França. Vivi ali por dez
anos – sem dúvida, os melhores anos da
minha vida. A história que vou contar
aconteceu em um desses dias quase mágicos.
Em um lindo dia ensolarado, minha avó me
pediu para ir ao chiqueiro das galinhas pegar
alguns ovos. Ao chegar no local, percebi que
tinha algo diferente ali. Cheguei bem próximo
à porta e, na ponta dos pés, observei que o
galo estava no fundo do chiqueiro. Era um
daqueles galinhos da índia, branco e bem
pequeno. Ele estava virando os olhos, fazia
movimentos estranhos e até escorria lágrimas
de tanto esforço. Fiquei curioso com o que
acontecia.
28
Dei a volta por trás do chiqueiro e fiquei
chocado com o que vi: o galo estava botando
um ovo. Quando percebi o que estava
acontecendo, fiquei paralisado. Fiquei ali
observando, e, após o término do "trabalho"
do galo, ele saiu gritando.
Peguei o ovo imediatamente e corri para
cozinhá-lo, ansioso para ver se era realmente
um ovo de verdade. Quando quebrei a casca,
ele tinha apenas a clara, mas parecia um ovo
comum
29
CAPíTULO - 5
Nem sempre é o que parece
Autor: Antônio da Silva Santos
30
O conselho de um filho
O enteado e o padrasto
31
32
33
34
35
36
37
38
CAPíTULO - 6
Momentos da vida
Autor: Antônio da Silva Santos
39
Sonho de um pai
40
41
42
43
CAPíTULO - 7
João e seus filhos
Autor: Antônio da Silva Santos
44
45
46
47
CAPíTULO - 8
As dificuldades da vida
Autor: Antônio da Silva Santos
48
49
50
51
52
CAPíTULO - 9
A lenda da vaca enganosa
Autor: Antônio da Silva Santos
53
54
55
56
57
CAPíTULO - 10
O causo dos primos espertos
Autor: Antônio da Silva Santos
58
59
60
61
62
CAPíTULO - 11
A vaca gilete
e o bezerro branco de neve
Autor: Antônio da Silva Santos
63
64
65
66
67
68
CAPíTULO - 12
A lenda do tesouro
da casinha mal-assombrada
Autor: Antônio da Silva Santos
69
70
71
72
73
74
Biografia do Autor
Desde muito jovem, aprendi que a vida poderia ser desafiadora. Após a perda de
meu pai aos quatro anos, me vi em um mundo que, muitas vezes, não fazia sentido.
A nova união de minha mãe trouxe um homem que não era gentil, e isso só
aumentou o peso que eu carregava. Aos 14 anos, meu padrasto me obrigou a sair
de casa, e fui morar com meus avós paternos. Graças a Deus, eles cuidaram bem
de mim e me salvaram, mostrando-me uma direção na vida.
No início, estudei até o ensino médio e fiz uns cursos técnicos. Esses anos foram
fundamentais para minha formação e crescimento pessoal. Depois, casei e, com
muita alegria, tive dois filhos lindos e felizes. A paternidade trouxe um novo
significado à minha vida e me motivou ainda mais a buscar o melhor para minha
família.
Agora, após os 40 anos, continuo estudando e estou fazendo faculdade. Aprendi
muito ao longo dessa jornada e, graças a Deus, sou um ótimo profissional em
diversas áreas. Cada desafio que enfrentei me fortaleceu e me ensinou que a
educação e a perseverança são essenciais para alcançar nossos sonhos.
Ao olhar para trás, percebo que cada experiência, boa ou ruim, foi uma
oportunidade de crescimento. A dor da infância se transformou em força, e as
dificuldades se tornaram degraus para o sucesso. Hoje, sou um exemplo de
resiliência, alguém que, mesmo diante das tempestades, encontrou a luz para seguir
em frente.
Autor: Antônio da Silva Santos
Autor: Antônio da Silva Santos
Revisão: o autor
Imagem da capa: Antônio da Silva Santos
Ilustrações: Cícero Otavio da Paz Santos
Editoração eletrônica, capa e programação visual:
Carneirosvirtual
Apoio:
carneirosvirtual.com/carneirosvirtual
