Uma face de ALAGOAS, É Senhoras e Senhores... (MAIS UM)
Os companheiros, a ausência
Os protetores, a insegurança
Nasceu no paraíso, e o recusou
Tanto falar e pouco agir
O amor por todos os lados
A faria pensar entre caminhos
Errôneos ou acertos óbvios
Da bandeira o vermelho nunca foi
O sangue inocente que corria livre
Hoje o clarão da paz tenta tomar
O espaço ensanguentado escarlate
O azul da proteção hoje tenta encobrir a paz
À ferro e fogo, valorizam a vermelhidão
Flâmula ao fogo se entrega
À mancha acaba por ceder
O sangue inocente que corria livre
Hoje o clarão da paz tenta tomar
O espaço ensanguentado escarlate
O azul da proteção hoje tenta encobrir a paz
À ferro e fogo, valorizam a vermelhidão
Flâmula ao fogo se entrega
À mancha acaba por ceder
* "Desde os 11 anos que ela é viciada. Tentei prender em casa, controlar, mas ela nunca quis. Ela então preferiu ir morar na rua, onde não tinha ninguém para controlar. Sabia que o fim seria esse", lamentou Maria Nazaré, enquanto chorava a morte da filha.
(Trecho da reportagem retirada do site Tudo na Hora, de Alagoas)
** "O consumo da droga explica algumas mortes, já que alguns moradores de rua são viciados, mas essa não é a a causa exclusiva da série de assassinatos. Acredito que a maldade também é outro ponto, além das brigas entre nós. Ficamos assustados, mas acredito que se andarmos certos, sem deixarmos cair na tentação do pecado, Deus põe a mão sobre nossas cabeças e nos protege, disse."
*** 32º Caso de Assassinato a Morador de Rua.
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