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Pseudo-soneto embrincado a Valentina

Longe, ainda nas mãos de Deus, a vejo:

Imaculada semente, doce flor. Em mim desejo

Sentir tua respiração ao nascer; Teu olhar

Valente e viçoso, gloriosa vida a me iluminar.

 

Antes de tudo, ainda mesmo do consentir,

Luzes meu caminho. Oh amada dos campos;

Energia que circunda a realeza de amplos

Nababescos. Chegai! Chegai! Que o teu porvir 

 

Toma de mim meus dias e torna ansiosas,

Intermináveis, as noites. Chegai minha valiosa 

Nele. Pede que tua frondosa mãe Flora

 

Atenda minha gritante súplica e que por agora

Me conceba a semente que te fará majestosa

Para que meu amor te resguarde até infinitas horas.

 

Penélope SS

26-2-11   22h:26

ESCRITO POR AdrianoRockSilva 1.08 M leituras
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