eu,avó!
Eu, avó!
Sempre guardei no meu coração a viva esperança deste dia!
Ontem acalantava minha filha, hoje acalanto a filha da minha filha,
O mais incrível é o sentimento único de não ter nascido do meu ventre,
E ao mesmo tempo ser fruto dele.
Olho para a minha neta e sinto o mesmo amor de mãe.
Eu avó! Quem diria? Sou grata a Deus que mesmo sendo quem eu sou,
Tenho sido ricamente abençoada.
“Ontem” eu aproveitava a soneca dos meus filhos, para escrever o meu
Quase diário, hoje aproveito a soneca da minha neta.
Sinto-me mais responsabilizada pelos meus atos
Não sou mais aquela mocinha! Eu sou avó, e vejo mais uma vez
As escrituras se cumprirem em minha vida:
“Veras os filhos dos teus filhos”...
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