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Delicada e Vagarosa

delicada e vagarosa

Deita-se sem saber o que escrever.
Sangrando a tinta da caneta no papel.

Sente na boca o sabor amargo do fel.
Cala-se na leitura do poema sem entender.

É a morte lhe beijando delicadamente.
A angustia estar o massacrando em dor.

Na noite, sonhos lhe instalam o pavor.
A morte lhe tocou vagarosamente.

ESCRITO POR Luiz Bomfim 22 K leituras
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Comentários

Luciano Barbosa
Luciano Barbosa

Gostei

Luiz Bomfim
Luiz Bomfim

Muito Obrigado.


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