A flor central do jardim
Um regador age com retidão todos os dias, chuva passageira molha a calçada da dona de casa que logo cedo prepara a refeição. Restos mortais expostos na porta do morador de número 13, mais uma vida que começa a ser brilhante.
Privilégio que não tem fim e sofrimento igualado. Pontes quebradas no começo do caminho e mais motivos de preparo para a guerra fria entre ursos polares. O caso do crime que foi oposto ao caso resolvido ainda continua desaparecido.
Restos mortais na frente da casa do general de número 8 do arranjo sem fundamento. Mais uma louca noite que se passa e mais uma briga feita por inveja, e mesmo assim ainda que ninguém perceba não estamos juntos ou separados, apenas não estamos vendo tudo que está se passando.
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