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Sua lembrança

Sua lembrança

 

 
Vez por outra absorta.
Vez enquando
saudade...
 
Em intervalos de tempo 
(cada vez mais curtos) 
ora te amo,
ora não.

De qualquer sorte,
me afasto.
 
Fala-me o coração:
"Amor não acaba!"
Teimo que não!
Temo que sim...
 
Na falta do que fazer,
amo a mim.

Não há o que fazer,
ou dizer.

Continuo absorta...

E a memória me traz
o maior contragolpe:
sua lembrança,
que não sai de mim.
ESCRITO POR Jal Magalhães 58 K leituras
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