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RENUNCIAR OU SE RETIRAR ?

RENUNCIAR ou SE RETIRAR ?

(AS VEZES É PRECISO SE RETIRAR, SEM RENUNCIAR)


Autor: SÉRGIO MORAES (Pilar-AL)

 

  Na nossa Caminhada de vida, vivemos num eterno aprendizadizado em busca de um aperfeiçoamento pra nossa alma. Nascemos e somos criados para sermos a Imagem e Semelhança de Deus (conforme nos diz as escrituras), mas no persurso dessa caminhada, a Educação que nos é dada, o convívio familiar e os exemplos de vida, conforme a realidade de cada um, nos dão direcionamentos diferentes (por conta do sistema), levando as pessoas a seguirem para o lado do bem ou do mau, explicitos nas atitudes e na convivência do dia a dia.

    E ao longo das nossas vidas também passamos por dificuldades, tempestades, tribulações e questionamentos interiores, em virtude dos problemas e dúvidas que passamos e das pessoas e comunidade em que vivemos, que nos deixam preocupados.

   Muitas vezes, diante de certas circunstâncias, é preciso SE RETIRAR ou simplesmente "Sair de Cena", como CRISTO fez algumas vezes, ficando "sozinho" em profunda oração, intimamente ligado a Deus, onde só Ele e Deus conheciam a verdadeira realidade que fizeram com que ELE pudesse ter esse encontro pessoal, sem a presença e opinião dos outros, buscando respostas nos momentos de dúvidas e conflitos da alma, para depois "reaparecer" com uma decisão firme e segura, iluminado pelo Espírito Santo.

   Foi assim também que o PAPA BENTO XVI fez quando renunciou, se afastando do Comando da Igreja, sem Renunciar os propósitos de Deus. Após dias de Profunda Oração e de Reflexão, avaliando intimamente os acontecimentos no Mundo e na Igreja nas últimas décadas, mantendo o equilíbrio e a essência natural da Igreja criada pelo próprio Cristo, ELE tomou a corajosa decisão de RENUNCIAR O TÍTULO DE PAPA (Sem renunciar a Deus), se retirando do Comando da Igreja, sem se preocupar com as opiniões humanas e pressão da moderindade, para continuar sendo "um servo", em oração, mais íntimo ainda de Deus, no combate Espiritual contra as forças do mal, para confirmar o que está escrito: "As portas do inferno jamais prevalescerão diante da Igreja de Cristo".

    E foi desse jeito, refletindo e tomando uma decisão firme, que o Papa Bento XVI, não pensou só nele, mas na Igreja de Cristo e em toda a Humanidade.

     Nós também, que temos nossas dificuldades, fraquezas e defeitos, devemos ser humildes como Bento XVI foi e as vezes temos que nos retirar para o nosso bem e o bem de quem amamos, conforme a vontade de Deus, pois nosso coração e a nossa consciência devem está prontos para saber o momento de Silenciar e Se Retirar.


DEIXEMOS QUE DEUS ESTEJA NO CONTROLE.

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