Na indecência do enfim.
Eu poderia ser médico
Mas poeta eu me tornei
Poeta que mexe com a franqueza d’alma
Que é fogo que exala frio
É dor que dói sem doer
Vida que teima viver
Flor que produz o mel.
Não farei rimas felizes
Poeta não vive assim
Poeta vive da tristeza
Da solidão sem ter fim
Vive pensando em mim
Vive pensando no nós
Vive vivendo a sós
Na indecência do enfim.
Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir e executar a
obra, desde que atribua o devido crédito ao autor original.
É proibido utilizá-la para fins comerciais ou criar obras derivadas.
1 K leituras
Classificação de conteúdo:
Publicado
Denunciar conteúdo
Classificação de conteúdo:
Indefinido
Publicado
Este conteúdo foi publicado por um autor da plataforma e é de sua responsabilidade.
Ele deve respeitar a Política de Conteúdo do Portal Escritores.
Caso identifique alguma violação, utilize o Fale Conosco.
Comentários