Tema Acessibilidade

Na indecência do enfim.

 

Eu poderia ser médico

Mas poeta eu me tornei

Poeta que mexe com a franqueza d’alma

Que é fogo que exala frio

É dor que dói sem doer

Vida que teima viver

Flor que produz o mel.

 

Não farei rimas felizes

Poeta não vive assim

Poeta vive da tristeza

Da solidão sem ter fim

Vive pensando em mim

Vive pensando no nós

Vive vivendo a sós

Na indecência do enfim.

 


ESCRITO POR Diôgo Barbosa 76 K leituras
38 textos
Attachment Image
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir e executar a obra, desde que atribua o devido crédito ao autor original. É proibido utilizá-la para fins comerciais ou criar obras derivadas.
1 K leituras
Classificação de conteúdo:
Indefinido

Publicado
Denunciar conteúdo
Este conteúdo foi publicado por um autor da plataforma e é de sua responsabilidade. Ele deve respeitar a Política de Conteúdo do Portal Escritores. Caso identifique alguma violação, utilize o Fale Conosco.

Comentários


Mais textos deste autor