Tema Acessibilidade

Soneto (Para meu pai)

Um soneto repentino, agora, te digo.
Nesse poema imperfeito, lamento,
Não dizer todo meu contentamento
De ter mais que um pai, um Amigo.

Se tento descrever-te em palavras -, é um feito
Indago-me: “que homem é esse”?
E como eu não percebesse
A vida diz: o Presente mais bonito...

E se me prostro a buscar-te em adjetivo -, não consigo.
Perco-me o sentido, as palavras.
E clamo a Deus, angustiado: conserve meu AMIGO!...

E se a voz, a oração não chegar ao Seu ouvido -
Escuta Pai, o silêncio que diz para proteger o AMIGO!
Lembra-te: orar em silêncio, com sua Graça, se chega ao pedido...

ESCRITO POR Ulisses Silva 2 K leituras
Um texto
Attachment Image
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir e executar a obra, desde que atribua o devido crédito ao autor original. É proibido utilizá-la para fins comerciais ou criar obras derivadas.
2 K leituras
Classificação de conteúdo:
Indefinido

Publicado
Denunciar conteúdo
Este conteúdo foi publicado por um autor da plataforma e é de sua responsabilidade. Ele deve respeitar a Política de Conteúdo do Portal Escritores. Caso identifique alguma violação, utilize o Fale Conosco.

Comentários