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Soneto da prepotência do homem

Num olhar como simples gesto,

Vejo que há um manifesto

De luta, dor e revolta

Sobre o que há na praça.

 

De manhã, no revoar dos pássaros,

Logo se vê o que o destino reserva:

Mais uma luta incessante dos povos

Para ver quem vai sentar na janela,

 

Para ver quem tem mais audácia,

Para dizer quem tem mais ciência,

História ou massa intelectual.

 

Nessa lida populacional,

Quem tem aquele algo mais

É quem vai dar o desfecho no ato final.

ESCRITO POR Leonardo Jordão 111 K leituras
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