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Da minha dor, cuido eu!

Nem todos estão dispostos a compreender a dor que o riso esconde, nem todos que dizem compreender sua dor a compreendem. Vivemos no tempo da depressão e dos antidepressivos, tempo de uma sociedade tomada pela velocidade e pela euforia. Mas ao questioná-la, o sujeito parece estar fadado à incompreensão da maioria. Sente-se, então, na obrigação de viver as 24 horas do dia “feliz”. 
Mas como viver sempre feliz na miséria, na exploração sem recompensa ou mergulhado nas próprias angústias? 

É impossível!

Nem todos estão dispostos a compreender a dor que o riso esconde,
Nem todos estão dispostos a expor a dor e esconder os risos...

Quando a tempestade passar, aí sim, dê uma boa gargalhada, pois da minha dor, cuido eu!

Juliano Firmino.


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