ENTRELINHAS
Prelúdio!
Prédio de palavras!
Paredes!
Caminho no corredor...
No silêncio vazio ainda ecoam vozes...
E os textos invisíveis ainda continuam lá...
Não há apagador suficiente para todos e o papel findou...
No quadro, ainda leio frases que não serão reeditadas
Letras de uma canção maior, notas apagadas.
Reprovadas, sutilmente deletadas.
Entretanto, uma vez ou outra, no encanto de um conto
De um canto...
Recanto que só o coração conhece
Um alfabeto pouco a pouco se desvanece...
Vislumbro um professor sonhador
Um aluno que sonha ser doutor
E ainda vejo a borboleta beijar a flor.
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