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Marcelo

 

Mar. Cielo. Céu. Não sei a intensidade da dor de todos aqueles que perdem, mas eu sei que dói no mesmo lugar. Infelizmente momentos ruins irão existir, irão perdurar por anos, séculos, seja lá a contagem que fizer. Mas felizmente momentos bons também. Dói. E tirar algo bom disso? Vamos ser francos! Não existe, não agora. Talvez o tempo só faça amenizar, é um talvez sem data e nem hora certa.

Lamentar e lamentar não ver mais um sorriso que se abria feito quem vê o sol nascer. Com isso, você é obrigado a lembrar o quanto a vida é frágil e o quanto achamos que tudo alcança todo mundo, menos nós. Às vezes esperado, às vezes inesperado - uma rasteira tão certeira! -, o ar custa a sair, quando de repente você nem sabe mais qual memória está resgatando agora.

E aí você percebe - sendo assim a vida inteira - que todo mundo é feito da mesma coisa. Mas quer que a vida inteira seja mais longa para estes que ocupam seu coração. Levo comigo, que, uma pessoa só morre quando a última pessoa que lembrar dela morrer. Mar, cielo, céu. O pequeno 'Tchélo'. GRANDE Marcelo!

ESCRITO POR Iara P.Vilela 24 K leituras
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