Celestial
Amo-te!
Entretanto agora...
Noite afora
Há entre o meu olhar
o azul quase negro
E as estrelas.
Um dizer-te...
Um querer-te!
Um esqucer-te...
Ah! Quantos céus me separam de ti ?
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Comentários
Que lindo, Cleide Vanderley!! E quantos versos há entre a beleza e a leveza desse poema? Sucinto, porém, parafraseando Pe. Antônio Vieira: alto e claro como as estrelas do céu!