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Estrada sem fim


Viajando Com um desconhecido,

Tão desconhecido, que disfarçaste de amigo.

Até parece que o conheço a milhares de anos

Com uma pele limpa e olhar misterioso

Disfarça-se  muito bem em torno de todo mal,

Que o libera.

Ceifando vidas, segue sem jamais ser o suspeito.

Trazendo agonia de forma tão dolorosa a ser feito,

Com seu martelo quebra os ossos de suas vitimas

E diante de meus olhos,

O vejo destruindo tudo e a si mesmo

Seguindo numa estrada sem fim

Te olho decapitando a si proprio

Seu olhar não é mais tão misterioso

Escondo-me atrás da arvore que ali vejo

E vejo que não pode mais causar mal algum

Pois a agonia de todos que fizestes mal,

Acabou te fazendo o maior mal,

Foste decapitado por si mesmo.

ESCRITO POR Victor Cardoso 10 K leituras
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