Tema Acessibilidade

se eu danço, as silhuetas dançam

preciso de algo mais alto,
em torno de cinquenta decibéis.
que os tímpanos gritem
e eu os ignore.
que minha alma vibre
e se despedace como um copo
de vidro ou que só compense o
tempo perdido,
ou que só viva na frequência
da solução dos meus problemas.
que minha inconsciência entenda
o barulho que faz minha alma.

e na ruína, eu danço sobre as vibrações
derramadas pelo excesso da margem.
as silhuetas formam pares e dançam também.
eu lembro da bailarina, a música para e
eu me disperso, meu bem.
estendo a mão, mas não era ninguém.

*uma luz estroboscópica acende
e os universos se equivalem*

-intnt

ESCRITO POR Internauta 3 K leituras
3 textos
Direitos Autorais

© 2020. Todos os direitos reservados ao autor. É proibido copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas ou utilizar comercialmente esta obra sem autorização expressa do autor.

±1.000 leituras
Classificação de conteúdo:
Indefinido

Publicado
Denunciar conteúdo
Este conteúdo foi publicado por um autor da plataforma e é de sua responsabilidade. Ele deve respeitar a Política de Conteúdo do Portal Escritores. Caso identifique alguma violação, utilize o Fale Conosco.

Comentários


Mais textos deste autor

Poesias

Pompéia

Não foram mentiras, Antonella, foram verdades daquele mês.Me desculpe caso queira me matar desta vez. Eu até... [Continue lendo.]
Publicado
Poesias

Diga-me quem

Me diga quem, além de mim,tem o dom de começar e não terminar,e então dê o meu número. Me diga quem, além de... [Continue lendo.]
Publicado