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A caneta, a enxada, e o poeta!

Poema reflexivo do poeta proprietário de um pequeno pedaço de terra e sua plantação, e o agricultor, detentor de dois instrumentos importantes: a caneta e a enxada, ambos trabalha e rabiscam as folhas. Dai, surge poesia!

Escrevi tantas linhas, histórias foram narradas e versos produzidos. O importante é que vivenciei cada fato, pois, neles estive! Fiz de mim, meu protagonista, cada conto era minha vida expressa de bons momentos. Tudo como um dia sonhei, e, Deus realizou!

A caneta, minha sempre companheira, conhecia meus sentimentos e pensamentos, em que, brotava a carga que trafegava cada linha que vinha à mente, e diante de uma folha qualquer, retratava os rabiscos de nossa vida, através da literatura.

Dai, aparece a enxada, como a caneta, traça suas linhas ordenando as folhas que o vento espalha no caminhar do poeta, que tão bem usou a caneta, para narrar as aventuras de uma enxada a trabalhar, talhando à terra e produzindo vida como se produz poesias.

Assim, entrelaça os dois instrumentos fundamentais na vida do poeta, a caneta e a enxada, realidade que busca nas folhas, esperança, trazendo a vida, o prazer da conquista, que conduz o poeta e o agricultor, saborear em palavras o gostoso valor dos frutos semeados.

ESCRITO POR Marcelino Brito 32 K leituras
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