Cacos
A morte e eu nos encaramos
sobre um frágil muro antigo.
Minha fragilidade não é sóbria,
embriaga-se com a morte sem cara.
A morte com um véu sem rosto
esconde-se do meu olhar cego.
Minha cegueira não é ébria,
mistura-se às ruínas do tal muro.
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