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Cacos

A morte e eu nos encaramos

sobre um frágil muro antigo.

Minha fragilidade não é sóbria,

embriaga-se com a morte sem cara.

A morte com um véu sem rosto

esconde-se do meu olhar cego.

Minha cegueira não é ébria,

mistura-se às ruínas do tal muro.

ESCRITO POR Majal-San Majal-San 15 K leituras
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