Sacrifício
O peso do fardo da vida,
é estranho, é dolorido.
Não importa como é vivida,
se tudo foi corrompido.
O sentimento que foi doado
não tem preço,
não tem valor;
Torna-se até engraçado
na ausência do amor.
Não importa o sacrifício,
tão pouco a tolerância;
A obrigação do nosso ofício
é fardo da ignorância.
O tempo passa rasteiro,
como menino,
em desatino,
arteiro,
vil zombeteiro.
Quando olhamos a nossa vida,
o tempo já se passou;
e se findou.
E o que resta agora?
São as lembranças do "nós"
que nos faltou.
Sacrifício.
Leandro Campos Alves
24 de março de 2026.
Liberdade MG.
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