Amor sob o luar
Conto erótico
A noite em Ubatuba estava quente e silenciosa. A lua cheia derramava sua luz prateada sobre a areia úmida, enquanto as ondas quebravam suavemente ao fundo. Ele caminhava pela beira da praia quando a viu, parada, olhando o mar. O vestido leve colava ao corpo com a brisa salgada.
Seus olhares se encontraram e, sem dizer uma palavra, ele se aproximou. Quando parou diante dela, abriu os braços. Ela deu um passo e se entregou ao abraço.
Os corpos se colaram com força. Estavam tão apertados que podiam sentir o coração um do outro batendo acelerado, um ritmo forte, vivo, ecoando através da pele. O peito dele pressionava os seios macios dela, as respirações se misturando no ar morno da noite.
Eles ficaram assim por longos segundos, apenas sentindo o calor um do outro. Então ela ergueu o rosto. Os olhos dele desceram para os lábios entreabertos. O beijo veio intenso, profundo. Bocas se abriram com fome, línguas se encontraram devagar no início, depois com urgência crescente, explorando-se, provando-se. O beijo era molhado, apaixonado, cheio de desejo que não conseguia mais ser contido.
As mãos dele deslizaram pelas costas dela, descendo até apertar a curva dos quadris, puxando-a ainda mais contra si. Ela sentiu a rigidez dele pressionando contra sua barriga e um calor úmido se espalhou entre suas pernas. Um gemido baixo escapou dela, abafado pela boca dele.
Sem separar os lábios, ele a ergueu levemente. As pernas dela envolveram a cintura dele, o vestido subindo pelas coxas. O contato era íntimo, quente; o centro pulsante e molhado dela roçando contra a ereção dele através do tecido fino. Cada pequeno movimento enviava ondas de prazer pelos dois.
Ele a colocou de volta na areia, mas não a soltou. O beijo continuou, agora acompanhado de mãos que exploravam com mais ousadia. Os dedos dele subiram pela parte interna das coxas dela, roçando a pele sensível, sentindo o calor que emanava. Quando tocaram o tecido úmido da calcinha, ela arqueou o corpo contra ele, buscando mais contato.
- Vamos para um lugar mais reservado...
- ele sussurrou contra os lábios dela, a voz rouca de desejo.
Ela assentiu, os olhos brilhando. De mãos dadas, caminharam pela praia até a pousada próxima, os corpos ainda vibrando de expectativa. A caminhada foi curta, mas carregada de olhares e toques discretos que prometiam muito mais.
Assim que a porta do quarto se fechou atrás deles, o desejo explodiu. Ele a pressionou contra a parede, beijando-a novamente com fome. As mãos dela puxaram a camisa dele para cima, tirando-a com urgência, revelando o peito largo e quente. Ele desceu o vestido pelos ombros dela, deixando-o cair no chão. Os seios nus se expuseram, os mamilos já endurecidos pela excitação.
Ele se inclinou e tomou um deles na boca, sugando suavemente, a língua circulando o bico sensível enquanto a mão massageava o outro. Ela gemeu, jogando a cabeça para trás, os dedos entrelaçando-se nos cabelos dele. O prazer se concentrava nos seios e descia em ondas quentes até o meio das pernas.
Enquanto a boca dele explorava os seios, os dedos deslizaram para baixo, puxando a calcinha dela devagar. Quando a mão encontrou o sexo inchado e escorregadio, ele acariciou com lentidão, os dedos deslizando entre os lábios molhados, circulando o ponto mais sensível. Cada toque fazia o corpo dela tremer, os quadris se moverem instintivamente contra a mão dele.
Ela desceu a mão e abriu a calça dele, libertando a ereção quente e pulsante. Os dedos dela envolveram o membro rígido, acariciando-o com movimentos lentos e firmes, sentindo-o pulsar na palma da mão. Ele soltou um gemido rouco contra o peito dela.
Sem conseguir esperar mais, ele a ergueu nos braços e a levou até a cama. Deitou-a com cuidado e se posicionou entre as pernas abertas dela. A ponta da ereção roçou contra a entrada úmida, provocando, deslizando para cima e para baixo, cobrindo-se da excitação dela. Ela arqueou os quadris, implorando em silêncio.
Ele a penetrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e apertadas o envolverem completamente. Quando estava todo dentro, ficou imóvel por um instante, saboreando a sensação. Depois começou a se mover ritmado, profundo, cada estocada levando-a mais perto do limite.
Os corpos se moviam juntos, pele suada deslizando contra pele. As mãos dela cravavam nas costas dele, as pernas o apertavam contra si, puxando-o mais fundo. Os gemidos enchiam o quarto, misturando-se ao som distante das ondas. O prazer subia em ondas cada vez mais intensas, até que o clímax os encontrou quase ao mesmo tempo; um tremor violento percorrendo os corpos, contrações fortes, gemidos longos e entrecortados enquanto se entregavam completamente ao prazer.
Ficaram abraçados na cama, respirando com dificuldade, os corpos ainda unidos, a pele brilhando de suor sob a luz suave do quarto. A noite em Ubatuba testemunhava, em silêncio, o desejo que havia começado com um abraço apertado na praia e se consumara na intimidade quente da pousada.
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