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Liberdade, AGORA!


Temem por não poderem ter o que descobrir...

Por qual razão as pessoas aprisionam a si mesmos, bloqueiam-se escravos de si mesmos.

Perto do fim/limite, param... Não conseguem passar responsavelmente pelos limites, ou pelos finais...

Espero pacientemente numa fila de banco...
Cuido calmamente do que amo...
Percebo que caminhos não seguir...
Não encarcero-me, é apenas o limite do limite, do limite, do limite...

Falho às vezes na tentativa incansável de viver não por viver, que culpa tenho se há uma vontade ardente que vem de dentro, que consome meus pensamentos paralelos, de atravessar os oceanos ou as maiores estradas e saber qual é a sensação...

Pôr nas costas uma guitarra, no tanque combustível, cabelos livres e rosto ao vento...

Sentir o doce gosto de poder ir até onde der... E quando chegar, ir além!

ESCRITO POR Almyr Rodrigues 290 K leituras
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