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...Sina Amor...

 

 
A sina se repete na cena
De forma que deforma a vista
Cego torna a desejar
Ter do amor, o terno e a flor

Reflexo que responde o fluxo
Sempre retorna o mesmo
Vem do caso e vai pra casa
Princesas e sapos, príncipes e monstros

Metade de uma tarde 'adomingada'
Beirando a revolta da falta de descanso
Deixar de cansar, para se casar
À luz do fim da tarde, noivo da escuridão

O fruto que ora desfruto
Toma os planos futuros que ontem fiz
Nostalgicamente o espelho me mostra
Que o que fiz, fui eu quem quis


*Ao amor redundante, à passageira paixão notória no olhar.
ESCRITO POR Almyr Rodrigues 290 K leituras
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