Ocos ecos
Que nada mais me consome
No suave apelo das cores
Em vultos de outros amores
E se encerrar o vir por não ir
Que as lagrimas que brotam da face
Que as dores de um peito dormente
Abraços ocos e ecos distantes
Afagam-me agora, mais não quente
Ao apagar a luz da velha vela
Que por ser de cera, não gela
E aprofunda a dor nos ocos ecos distantes
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