Tema Acessibilidade

Indubitável

Andar por ruas de difícil trajeto 

Provar o fruto dilacerado

Galgar montanhas altas pra ver

Sinestesia no alvorecer.

 

Tempestades aprisionam meu eu,

À margem intrépido tempo seu.

 

Olhos vermelhos de contemplação

Destilam o sal da negação?

A penumbra da noite, vazio.

Poemas uivados em desvario...

 

Tateando o orvalho da flor

À flor, cantos líricos de um condor!

 

O ‘C’ dos braços soltos ao vento

Antiquado esboço de um pensamento

Vozes, essa multidão

Constata a ausência, solidão...

 

T empo retrógado. Toca céu a luz da lua!

Amontoados dissipam, em sonhos fluam.

ESCRITO POR Juliana Cardoso 24 K leituras
12 textos
1 K leituras
Classificação de conteúdo:
Indefinido

Publicado
Denunciar conteúdo
Este conteúdo foi publicado por um autor da plataforma e é de sua responsabilidade. Ele deve respeitar a Política de Conteúdo do Portal Escritores. Caso identifique alguma violação, utilize o Fale Conosco.

Comentários


Mais textos deste autor

Crônicas

Alagoas

Moro numa terra, onde o mar banha praias de areias finas e douradas, emolduradas pelo verde bandeira de vastos... [Continue lendo.]
Publicado
Poesias

Incongruentes

Distante dos olhos e tão mais longe de tudo o que se tem Monólogos insanos dizem não vem! E um vulto na rua, traz... [Continue lendo.]
Publicado
Poesias

NOUTROS SÓIS

Quero todos os sóis... Aqueles que queimam Aqueles que brilham Aqueles que iluminam   Aqueles que entram pelas... [Continue lendo.]
Publicado
Poesias

O meu prazer

Nesse momento a única coisa que tenho... Uso-a, abuso dela! Tomo-a emprestado sem pudor Transfiguro, mudo suas... [Continue lendo.]
Publicado