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Prenda

 

 

Sem a preocupação que não me atendas,

Às vezes escorrego na tua fenda.

A respiração se ausenta – sobrevivo,

Mas aquele inesperado ato é reflexivo.

 

Sem a preocupação que assim me prendas,

No coração, na mente a poesia – minha prenda.

A respiração me abandona – resisto,

Porém, insano, com meus loucos atos insisto.

 

Numa curta gestação minha poesia paro...

Paro e disparo versos imperfeitos, tu paras!

Composições incompletas para ti.

 

Viajando com as palavras madrugadas varo...

Em pesadelos acordados tenho várias caras!

E sem que te ofenda, uma única (face) é para ti.

 

                                                                           (Majal-San)

 

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