Almar Poemas
Luque Barbosa
Almar Poemas, mar de calmaria
Frascos com versos ao sol e a ondular
Se um sentimento exala à maresia
Abra uma garrafa e sinta-se almar
Arte, ao coração e ao cérebro, é o fruto
O doce é o sabor das línguas e raízes
Encontre o seu néctar com perscruto
Almar, leia guias e dicas de matizes
Praia dos Escritores Independentes
Gozem de privilégios da areia almar
Joguem sua botelha ao oceano de entes
E cangas para o livro a desvelar
O meio para qualquer fim é a língua
E o que tu falas, sentencia o que ouves
Se sibilas ao que sua empatia míngua
Ou se cantarás, rimando com todes
Sou como o horizonte, e a mim, me fito
Perdido em meu infinito, entre mais dois
Incrusto a minha alma em um finito
Com mais além, a cravejar depois
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