Saudade que ainda doí
O rosto molhado,
Acariciado pelo cobertor,
Enquanto o sufrágio da vida,
Quebra o único elo que havia,
Quando você não deu valor.
Sonhos alimentados pela matemática,
Onde a soma de um é dois,
Entretanto, não divido meus sentimentos,
Até o último algarismo,
Essa angustia multiplica a saudade que ainda doí.
Talvez não encontre na matemática
A raiz quadrada do meu amor,
Assim buscarei na medicina,
Uma formula mágica quem sabe da química,
Reparar as partículas perdidas em meu suor,
Nesse labirinto de nostalgia,
Minha noite veste uma prece, AVE MARIA!
A lua nova logo aparece,
Quem sabe você me escute,
Quando desposar o arrebol.
© 2025. Todos os direitos reservados ao autor. É proibido copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas ou utilizar comercialmente esta obra sem autorização expressa do autor.
Classificação de conteúdo:
Publicado

Comentários