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O Princípio da fé

A semente não morreu

MINHA BIOGRAFIA DA FÉ - DA RUA CALIFÓRNIA PARA O MUNDO
A história do menino da Vila Agroindustrial que ouviu um louvor na rua e nunca mais foi o mesmo.
Por Elton Morais Souza - 46 anos - São Miguel dos Campos / AL - Setembro de 2026

PRÓLOGO - A VIDA NÃO É SÓ MATERIAL

A vida não é só o que se toca. Não é só o contracheque, o capacete sujo de obra, a prancheta do engenheiro, o concreto armado, o preço do cimento, a prestação da casa. Quem acha que a vida é só isso, vive pela metade e morre vazio.

Existe uma outra dimensão, invisível aos olhos, mas mais sólida que uma coluna de concreto. É a vida espiritual. Foi ela que me segurou quando o corpo não aguentava mais viajar de usina em usina por esse Brasil, quando a alma sangrou por decepções com homens, quando a saudade dos filhos apertou no alojamento longe de casa.

Eu aprendi isso muito cedo, com 17, 18 anos, em 1996, não numa catedral, não num templo grande, mas numa igrejinha pequena, humilde, de porta e janela abertas, que ficava na Vila da Usina, na Vila Agroindustrial da Usina Sinimbu, na Cansanção de Sinimbu, na Rua Califórnia.

Esta biografia é a minha confissão. Não escrevo para me engrandecer, porque não sou melhor que ninguém. Escrevo para registrar que Jesus Cristo ainda toca, ainda chama, ainda cura, ainda liberta, ainda batiza e ainda sustenta um homem mesmo quando ele está afastado do templo.

CAPÍTULO 1 - 1996 - O LOUVOU QUE ME PAROU NA RUA

Eu me lembro como se fosse hoje, e já se vão quase trinta anos. Era 1996. Eu era um jovem da Usina Sinimbu, morador daquela região, vivendo a vida comum de jovem do interior de Alagoas.

Naquele dia eu não ia para a igreja. Eu não tinha culto marcado, não tinha Bíblia na mão, não tinha ninguém me convidando. Eu apenas passava na frente da igrejinha.

A igrejinha ficava na Vila da Usina, na Vila Agroindustrial da Usina Sinimbu, na Rua Califórnia. Era pequena, de construção simples, mas naquele dia a porta estava aberta e o som saía para a rua.

Lá dentro tinha um irmão louvando. Era o irmão Cícero Telle. A voz dele era forte, cheia de unção, ecoava pelas casas da vila. E com ele tinham dois jovens tocando, um com baixo e outro com a guitarra. Eu não lembro o nome desses dois jovens, o tempo apagou o nome, mas nunca apagou o som. O baixo marcava grave e firme, a guitarra fazia aquele choro bonito, e o irmão Cícero Telle louvava a Deus com a alma toda.

Eu parei no meio da Rua Califórnia. Não consegui seguir. Aquele louvor que vinha daquela igrejinha pequena me atravessou. Foi ali, no meio da rua, ouvindo um louvor simples, sem luz, sem fumaça, sem show, que fui tocado por Deus de uma forma que nunca mais esqueci.

Entrei. Sentei num banco de madeira. E naquele dia, naquela hora, aceitei Jesus. Ali começou tudo. Não foi por pressão, não foi por emoção passageira. Foi porque Deus me chamou pelo louvor na Rua Califórnia.

CAPÍTULO 2 - A VILA AGROINDUSTRIAL E O CONJUNTO NOVA VIDA

Depois daquele dia na Rua Califórnia, eu nunca mais fui o mesmo. Comecei a frequentar aquela igrejinha da Vila Agroindustrial todos os dias.

A igreja ficava dentro da vila, onde moravam as famílias dos trabalhadores da usina. Não era cercada por cana-de-açúcar, era cercada por casas, por gente, por comunidade, por vida. O canavial era o nosso trabalho ao redor, era a paisagem da Sinimbu, mas a igreja era o coração da vila.

Ali eu cresci na fé de verdade. Aprendi a orar de joelhos no cimento frio, aprendi a jejuar mesmo com fome, aprendi a ler a Bíblia com dicionário do lado porque tinha palavra que eu não entendia, mas chorava com cada versículo.

Logo fui colocado no conjunto Nova Vida e depois no conjunto de jovens. E a nossa igreja era cheia de juventude. Era uma geração que não queria saber de festa mundana, de bebedeira na praça, de briga de bar. A gente queria saber de ensaio na terça, de culto na quarta, de oração na sexta, de louvorzão no sábado. A gente contava as horas para o culto começar.

CAPÍTULO 3 - OS OBREIROS QUE ME ENSINARAM O CAMINHO

Eu nunca caminhei sozinho na fé. Desde o início, Deus me colocou ao lado de obreiros que foram verdadeiros pais espirituais, homens de honra, de palavra, de oração.

O irmão Procópio, um homem que orava alto, que quando orava a gente sentia o chão tremer. O irmão Zé Paulino, que hoje já está em memória, dormiu no Senhor, mas deixou um legado de honestidade que eu carrego até hoje. O irmão Cícero Telle, o mesmo que me tocou com o louvor no dia da minha conversão, que depois se tornou meu professor de fé. O irmão Zé Ricardo e tantos outros irmãos anônimos da Rua Califórnia que seguraram minha mão quando eu era só um menino na fé.

Com eles eu saía da Vila Agroindustrial para pregar nas fazendas. Saíamos da Rua Califórnia e pegávamos as estradas de barro da Cansanção de Sinimbu. Não tinha carro confortável, não tinha ar-condicionado. Era a pé, era de bicicleta emprestada, era na carroceria de um caminhão de cana, era como Deus provia.

Chegávamos numa casa de taipa, num sítio simples, o morador estava na rede, na cozinha de lenha, e a gente pedia: "Com licença, meu senhor, a gente pode falar de Jesus para o senhor?". Abria a Bíblia no meio do terreiro, embaixo de um pé de manga, e o poder de Deus descia ali mesmo. Eu vi muita gente chorando, se ajoelhando no chão de barro e aceitando Jesus. Foi uma escola que faculdade nenhuma dá.

CAPÍTULO 4 - O TEMPO DO AVIVAMENTO - 1996 A 2000

Quem viveu a Usina Sinimbu entre 1996 e 2000 sabe do que estou falando. Foi um tempo de avivamento genuíno. Foi um tempo de ouro que marcou uma geração inteira e que nunca mais se repetiu com a mesma força.

Tínhamos o Círculo de Oração. As irmãs se reuniam à tarde, com véu na cabeça, e oravam com clamor, com lágrimas, com gemidos que não se expressam. Era oração que furava o céu da Sinimbu e chegava no trono de Deus.

Tínhamos o Culto de Missões, onde a gente abria aquele mapa-múndi velho, já rasgado, e orava por países que a gente nem sabia onde ficava, mas orava com fé.

Tínhamos o Culto de Jovens, que lotava a igrejinha pequena da Rua Califórnia. Todo mundo cantando os hinos da Harpa Cristã até ficar rouco, até suar a camisa.

E tínhamos as Cruzadas Evangelísticas. A gente armava um palanque de madeira num terreno baldio da vila, ligava duas lâmpadas amarelas num fio e aquilo virava um estádio. Vinham igrejas de toda a região para cooperar, traziam seus conjuntos, seus pregadores. E tinha os grandes louvozões no Clube ARES da Sinimbu. O clube que no sábado era festa do mundo, com som alto e bebida, no domingo a gente alugava, limpava, e transformava em templo. A bateria do mundo saía e entrava o louvor do céu. Era lindo demais.

Era um tempo muito bom. Um tempo de inocência, de pureza, de primeiro amor.

Nossos dirigentes de jovens na época eram o irmão Daniel e a irmã Gilvânia. Um casal jovem, dedicado, que nos ensinava com amor, com disciplina e com exemplo. Eles não mandavam, eles faziam junto.

E a nossa turma era grande, unida, fiel, inseparável. Lembro como se fosse hoje: a irmã Daniela, o irmão Robson, o irmão Claudemir, a irmã Claudenice, o irmão Cícero Lame, o Gidiel, a irmã Mísia, o irmão Marcos, a irmã Érica, o irmão Luciano lá do Jiquiá do Fogo. A gente subia para orar no monte da Sinimbu. Subia aquele morro escuro à noite, com lanterna fraca, com medo de cobra, mas com a fé maior que o medo. E no monte Deus fazia maravilhas. Era no monte que Jesus batizava com o Espírito Santo. Era no monte que Deus revelava.

CAPÍTULO 5 - O MILAGRE DA IRMÃ CORINA E A LIBERTAÇÃO DA EX-MÃE DE SANTO

Foi nessa época, no calor desse avivamento da Rua Califórnia, que Deus começou a me usar em dons de cura e libertação. Eu nunca pedi isso, nunca corri atrás de título. Deus simplesmente começou a usar.

Eu nunca vou esquecer da irmã Corina. Ela já estava há 12 anos acamada. Preste atenção: não foi eu orando por 12 anos. Ela já estava há 12 anos de cama. Doze anos sem andar, sem se levantar, sem vida, dependendo dos outros para tudo, para comer, para se virar na cama. Os médicos já tinham desistido, a família já tinha se acostumado com a dor e com a cama dela na sala.

Eu orei por ela. Foi uma oração de fé simples, mas de clamor. Coloquei a mão sobre ela e orei em nome de Jesus. E Jesus curou. Na hora. Depois de 12 anos acamada, Jesus levantou a irmã Corina. Ela se levantou. Foi um milagre que correu toda a Vila Agroindustrial, toda a Rua Califórnia, toda a Cansanção de Sinimbu.

E também vivi a libertação da irmã de Santa e da irmã Cida. E aqui preciso abrir um parêntese para honrar o testemunho da irmã Cida: a irmã Cida era ex-mãe de santo. Tinha vindo do terreiro, do candomblé, de uma vida de opressão espiritual profunda, de anos servindo a outras entidades. E Jesus libertou. Libertou de verdade, com poder. Transformou. A ex-mãe de santo virou serva do Deus vivo, virou crente fiel, de joelho no chão. Isso é o poder do Evangelho que a gente pregava na Rua Califórnia. Um Evangelho que não só fala, mas liberta.

CAPÍTULO 6 - O ANO 2000 - A DIVISÃO E O MINISTÉRIO BETEL

De 1996 a 2000 foi o primeiro ciclo da minha fé, o ciclo da fundação. Em 2000 veio a divisão. Como acontece em muitas Assembleias de Deus no Brasil, para crescimento e por divergências de visão, houve uma separação para expansão da obra.

Surgiu então o Ministério Betel. O pastor presidente do Ministério Betel era o pastor Luiz, que na época era pastor regional da Assembleia de Deus. Era um homem de visão, de pulso firme, muito respeitado.

Muita gente se escandalizou, muita gente falou mal, muita gente saiu ferida, mas eu entendi que era Deus movendo as peças para que o Evangelho alcançasse mais gente. Eu permaneci no Ministério Betel por algum tempo, servindo, ajudando, pregando, porque eu nunca fui apaixonado por placa de igreja, eu nunca fui apaixonado por nome de ministério, eu fui apaixonado por almas.

CAPÍTULO 7 - O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO - UM DIA INESQUECÍVEL

O dia mais marcante da minha vida espiritual, depois da conversão, foi o meu batismo no Espírito Santo.

Foi em frente à Assembleia de Deus em São Miguel dos Campos, num grande evento evangelístico ao ar livre, na rua mesmo, com um palanque montado. O pregador da noite era o pastor José Fernandes, um homem muito usado por Deus, conhecido na região toda.

O céu estava aberto naquele dia. Quando ele começou a pregar, o povo chorava. Quando ele orou, o fogo de Deus caiu sobre aquela praça. Não tinha quem ficasse de pé.

E não fui só eu. Naquele mesmo dia, naquela mesma hora, naquele mesmo fogo, fomos batizados juntos: eu, Elton, o irmão Robson, a irmã Daniela, a irmã Claudenice e o irmão Claudemir. Todos nós da Usina Cansanção de Sinimbu, todos da igrejinha da Rua Califórnia, fomos batizados com o Espírito Santo e falamos em outras línguas conforme o Espírito nos concedia. Foi o selo de Deus sobre a nossa geração. Foi a confirmação de que Deus tinha nos escolhido ali na Vila Agroindustrial.

CAPÍTULO 8 - AS VIAGENS, AS USINAS E A OBRA EM SÃO PAULO

Por causa do meu trabalho secular, comecei a viajar muito pelo Brasil, trabalhando em usinas de açúcar e álcool e em grandes obras. Usineiro e engenheiro tem essa vida: hoje aqui em Alagoas, amanhã ali em Goiás, meses longe de casa, morando em alojamento, comendo em refeitório, com saudade da família.

Mas onde eu chegava, eu procurava um altar. Eu nunca fiquei sem congregar, mesmo longe. Nunca fiquei um domingo sem procurar uma igreja para entrar.

Uma das viagens mais marcantes foi quando fui trabalhar na Usina Virgolino de Oliveira, no estado de São Paulo. Fui morar em Monções, no interior paulista, uma cidade pequena, mas com um povo acolhedor.

Lá comecei a congregar na Igreja Palavra de Cristo no Brasil e depois fui para a Igreja Pentecostal O Evangelho da Paz, do pastor João e da pastora Rebeca, os pastores presidentes. Era uma obra linda, humilde, mas com cinco igrejas na região, todas cheias de obreiros dedicados, de homens e mulheres que amavam a obra missionária de verdade, sem interesse financeiro.

O bonito era que sempre vinham irmãos de fora para ajudar naqueles trabalhos pequenos: irmã Cida Martins, irmã Vanessa Falcão, pastor Wilson Santos e tantos outros que largavam suas casas em outros estados para dar apoio na obra pequena do interior paulista. Era corpo de Cristo na prática.

Foi ali, na cidade de Macaubal, que vivi outra experiência sobrenatural que jamais esquecerei: orei por um cego e Jesus curou na hora. O homem estava cego, eu orei, e ele começou a enxergar no meio do culto. A igreja veio abaixo em choro e glória. A notícia correu a cidade.

Naquele tempo eu profetizava e Jesus cumpria. Não porque eu era bom, não porque eu era melhor que ninguém, mas porque eu era dedicado. Eu era muito empenhado, servo fiel e honesto na obra do Senhor. O que eu falava, eu vivia.

CAPÍTULO 9 - JOCUM, ETED E AS MISSÕES NO SERTÃO DE ALAGOAS

Em 2002, junto com minha esposa do primeiro casamento, tomamos uma decisão radical: entramos para a JOCUM - Jovens Com Uma Missão.

Fizemos missões na cidade de Maravilha, no sertão de Alagoas, com uma igreja local, e na cidade de Minador do Negrão, na Igreja Batista. Era missão raiz, missão de verdade: dormindo em colchão fino no chão da igreja, comendo o que tinha, o que o povo doava, sem conforto nenhum, sem ventilador, mas com o coração queimando por almas. A gente ia de porta em porta no sol quente do sertão.

Também fiz a ETED - Escola de Treinamento e Discipulado, a primeira turma da ETED de Alagoas, em Maceió. Foi um curso que me aproveitou muito. Me deu base teológica, me deu letra, me deu visão de Reino, me deu disciplina. Ali entendi que ser missionário não é só pregar atrás de um púlpito de madeira, é viver o Evangelho na prática, é lavar os pés.

CAPÍTULO 10 - AS CONSAGRAÇÕES

Por causa da fidelidade, da dedicação e da honestidade na obra, mesmo sem nunca ter pedido cargo, Deus foi me levantando.

Durante essa caminhada toda, cheguei a ser consagrado a líder de jovens, depois fui consagrado a missionário e, por fim, fui consagrado a pastor na Igreja Pentecostal O Evangelho da Paz.

Não foi título comprado, não foi por amizade, não foi por política de igreja. Foi conquistado de joelho no chão, de madrugada orando enquanto os outros dormiam, de jejum de três dias, de renúncia, de fidelidade no pouco, de não roubar, de não mentir, de ser honesto quando ninguém estava vendo.

CAPÍTULO 11 - O AFASTAMENTO EM 2015 E O HOJE

Em 2015 eu me afastei.

E preciso ser muito honesto aqui, porque esta biografia é verdadeira. Não me afastei de Deus. Eu me afastei da instituição, da estrutura, do sistema. Quem é da obra sabe que chega uma hora que o cansaço bate, que as decepções com homens ferem mais que as pedradas do mundo, que o trabalho secular suga, que a mente cansa.

Comecei a trabalhar muito em empresas por aí afora. Me tornei engenheiro, fui tocar obras, construir prédios, estradas, usinas, trabalhar com ferragem e concreto. Mas a guerra espiritual nunca cessou. O inimigo não tira férias quando a gente sai do púlpito. Pelo contrário, a luta aumentou.

E até hoje, em 2026, eu continuo afastado da igreja como instituição. Não voltei para um púlpito, não voltei para um cargo, não tenho carteirinha de membro. Continuo afastado. Mas continuo de pé. Nunca desisti de lutar. Caí, levantei, chorei, sorri, errei, acertei, me decepcionei, mas permaneci crendo.

E tenho vencido, não na minha força, não porque sou forte, mas com a ajuda de Deus. Porque a vida não é só física e material. Tem a vida espiritual. E ela é todos os dias.

CAPÍTULO 12 - MINHA FAMÍLIA E O LEGADO DA RUA CALIFÓRNIA

Hoje tenho 46 anos. Sou pai de quatro filhos, que são meu maior ministério e minha maior herança, mais importante que qualquer obra de engenharia que já fiz.

Do primeiro casamento, a Débora e o João. Do segundo casamento, a Lavine e a Lorena. Quatro flechas na minha aljava.

Quando olho para eles, quando olho para trás, lembro da minha história. Lembro do menino da Vila Agroindustrial, da Rua Califórnia, que ouviu um louvor na rua, com o irmão Cícero Telle louvando, com um baixo e uma guitarra tocando, e que cresceu no meio dos hinos, dos montes e dos obreiros.

Tudo que sou foi forjado naquele chão simples da Usina Sinimbu. Tudo que sou, devo àquela igrejinha pequena da Rua Califórnia.

Mesmo afastado, escrevo isso para deixar registrado para meus filhos e para quem ler no Portal dos Escritores: Deus ainda faz. Ele ainda cura uma mulher acamada há 12 anos, ainda liberta uma ex-mãe de santo chamada Cida, ainda faz um cego enxergar em Macaubal, ainda batiza cinco jovens com Espírito Santo em frente à igreja em São Miguel dos Campos no dia que o pastor José Fernandes pregou.

Se você está afastado como eu estou hoje, não deixa o inimigo dizer que acabou. Deus te conhece pelo nome. Se você está firme, continua, não olha para trás.

Eu comecei em 1996 numa igrejinha pequena na Rua Califórnia, na Vila da Usina, ouvindo um louvor. E ainda estou aqui. Mais maduro, mais ferido, mais experiente, mais vivido, mas ainda crendo no mesmo Jesus que me chamou naquela rua.

A obra continua. E vai continuar até Ele voltar.

Elton Morais Souza
Engenheiro | Missionário | Pastor l Pai da Débora, do João, da Lavine e da Lorena
São Miguel dos Campos - Alagoas - Setembro de 2026

ESCRITO POR PhD. Elton de morais souza 3 textos
5 livros
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