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De repente epifania

Nesses degraus dobram-se minhas memórias,

Eu subo, desço, novamente eu galgo e observo.

Relembro (daqui de cima) remotas histórias...

Assim, dificilmente minha sanidade eu preservo.

Nessa escada absoluta e insistente eu tropeço,

Tento metaforizar a minha queda indecorosa.

Recordo (daqui de baixo) longínquas estórias...

No entanto, essa ausente inspiração teimosa.

Então surge a tua silhueta no primeiro degrau,

Tentando burlar a minha já atônita visão

Diante da indecisão entre o bem e o mal.

Isto posto, durante passos e tropeços a solidão

Já tenta escavar em minha mente o anormal

Trazendo de volta aquela louca inspiração.

ESCRITO POR Majal-San Majal-San 21 K leituras
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