Lugarejo
Um grito ecoa,
Um olhar disfarçado,
Pensamento solitário.
A dúvida do ambíguo
Leva ao medo eterno,
Sem saber o que sentir.
Venho-me a mim
De novo sem agir,
Apenas pensativo
No que há por vir
Ou, no que, não há.
É certo que sem saber
Não se há o que pensar
Se a recíproca é verdadeira
Ou, no mais, algo que há.
Medo leva ao desconhecido
Porque o desconhecido dá medo
E assim por diante
Aqui nesse instante
É o que há, portanto
Pelo menos por enquanto.
Esta obra está licenciada sob uma
Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir e executar a
obra, desde que atribua o devido crédito ao autor original.
É proibido utilizá-la para fins comerciais ou criar obras derivadas.
1 K leituras
Classificação de conteúdo:
Publicado
Denunciar conteúdo
Classificação de conteúdo:
Indefinido
Publicado
Este conteúdo foi publicado por um autor da plataforma e é de sua responsabilidade.
Ele deve respeitar a Política de Conteúdo do Portal Escritores.
Caso identifique alguma violação, utilize o Fale Conosco.

Comentários
muito bom!