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Soneto do veleiro de papel

Vejo em ti um sorriso sereno,

Um olhar meio que ameno

Um pensamento que às vezes

Lembra até mim mesmo

 

Lembro-me de coisas que perdi,

E quando olho para ti

Recordo-me porque sorrir,

Para que viver e ser feliz.

 

Com o tempo, tudo chega a mim

Como o mar durante a tempestade:

É a fúria da natureza em vontade

 

Que, como algum sentimento,

Sempre deixa marcas e diz bem forte

A que ponto chega algo que é de verdade.

ESCRITO POR Leonardo Jordão 111 K leituras
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Um livro
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