Tema Acessibilidade

Sexo dégradé

Já andei muito! – curtos percursos.

Já provei muito! – longos dissabores.

Já galguei muito! – degradantes degraus.

Por diversas vezes confundi os sentidos,

e assim tudo ficou sem... mas, zen...

e eu dizia: vem!

E mais distantes aparentavam os desejos,

mais concisos os deslizes,

mais explícito o proibido...

Enrubesci tempestades às margens de minhas pálpebras,

Salivei diante da polpa fria, congelada – indiferente...

Mas, um uivo desvairado orvalhou no rosado da tua face...

E de súbito uma fome voraz da nossa sinestesia

devora o que poderia ser um belo sentimento.

ESCRITO POR Majal-San Majal-San 11 K leituras
84 textos
Direitos Autorais

© 2026. Todos os direitos reservados ao autor. É proibido copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas ou utilizar comercialmente esta obra sem autorização expressa do autor.

±100 leituras
Classificação de conteúdo:
Seguro

Publicado
Atualizado
Denunciar conteúdo
Este conteúdo foi publicado por um autor da plataforma e é de sua responsabilidade. Ele deve respeitar a Política de Conteúdo do Portal Escritores. Caso identifique alguma violação, utilize o Fale Conosco.

Comentários


Mais textos deste autor

Acrósticos

Impaciente

Irrefletida seria a reação Momentânea depois do ato, Procurando a inútil explicação Ultrapassada no desacato... [Continue lendo.]
Publicado
Sonetos

Rabisco

O vermelho do fogo no canavial Torna o céu colorido; O cinza, o amarelo, o branco Rabiscam o azul infinito. O verde... [Continue lendo.]
Publicado
Poesias

Análogo

Queria tanto fugir... Criar asas, bater e voar. Queria tanto ser um ser, Viajar, andar, cantar, gritar. Queria tanto... [Continue lendo.]
Publicado