No limite do êxtase.
Com uma palestra agendada para o início da tarde de sexta-feira, viajei para Brasília com o compromisso de retornar no mesmo dia. No entanto, meu voo da volta, às 17h, foi cancelado na última hora. Garantida a reserva para o voo das 5h da manhã do dia seguinte, mandei mensagem informando do incidente para a Laís, minha namorada; ela ficou com a chave do meu apartamento. "É uma pena isso ter acontecido", lamentei. Havíamos combinado que eu encomendaria o nosso jantar, ela se comprometeu a preparar e levar a sobremesa e, depois, assistiríamos um filme na Netflix. A ideia era termos uma noite só para nós dois nesse dia, sem precisarmos sair à rua.
No hotel onde me hospedei para descansar, até o embarque de volta, tomei uma ducha capaz de revigorar minhas energias, jantei mais cedo do que de costume, dormi um sono bom e, antes do amanhecer de sábado, já estava no aeroporto. O avião decolou no horário marcado e meu retorno foi tranquilo. Faltando 15 minutos para as 8 horas, entrei em casa, acomodei a valise num canto da sala, tirei os sapatos e caminhei até o quarto, a fim de pegar uma roupa para vestir após tomar um banho. Da soleira da porta avistei Laís deitada em minha cama com o rosto virado para o lado oposto.
"Que surpresa inesperada!", exclamei, tamanha foi a minha alegria.
E pensei: "Eu a avisei do incidente e cancelei nosso jantar, por isso não contava que ela viesse dormir no meu ap".
"Que coisa maravilhosa!", feliz, tornei a exclamar sozinho .
Aproximei-me da cama atento às suas feições; o aspecto do seu rosto era tão bonito e charmoso que não tive coragem de acordá-la. Encantado com a sua decisão, notei que ela estava bem à vontade, coberta com um fino lençol de algodão e dormindo um sono de rainha. Abri cuidadosamente uma gaveta, apanhei uma toalha sem fazer barulho e corri para o banheiro, deixei para incomodá-la na volta, já de banho tomado.
Retornei ao quarto pisando em ovos, literalmente; ao me achegar à cama, suspendi suavemente o lençol até deixar minha amada inteiramente descoberta; uma calcinha preta, de renda, que lhe dei de presente e que cobria apenas a genitália, era tudo que ela usava, sem que houvesse a menor necessidade, pensei, inebriado pela visão miraculosa. Notei que a toalha amarrada na minha cintura, nessa hora, ocultava uma arma engatilhada que, de comum acordo com meus movimentos, apontava indiscriminadamente para tudo que houvesse à minha frente. A respiração da Laís, até aquele instante, mantinha o compasso natural; então, afastei a cortina e escancarei a janela, uma banda para cada lado. Uma brisa leve e fresca, que começou a soprar de fora para dentro do apartamento, percorreu toda aquela bela anatomia diante dos meus olhos; a sua pele morena, dourada pelo brilho reluzente do sol, arrepiou-se em cada pedacinho do seu corpo; os pelinhos nos seus braços ficaram em pé, inflexíveis; foi justo neste momento que ela abriu os olhos de cor castanho-claro. Por sorte me reconheceu de pronto e beijou a minha boca, que se encontrava na iminência de já beijar a sua.
- Você chegou agora? ela perguntou. - Seu corpo está gelado! disse ainda.
Apoiei a mão em seus lábios carnudos para silenciar a sua voz, pedi para que ela não falasse coisa alguma e lhe respondi com movimentos da cabeça.
Com os pés no chão e apoiado de bruços sobre ela, abracei-a com ardor e beijei carinhosamente um de seus olhos; ela retribuiu o meu afeto com um olhar apaixonado, foi então que nos beijamos pra valer. No meio dessa troca de benquerer escorreguei de cima dela e assentei a mão esquerda sobre o seu ombro direito; fascinado por suas tetas comecei a deslizar, vagarosamente, o anelar até o bico do seu peito e, com o dedo levemente apoiado sobre a sua pele sedosa, intencionalmente dei voltas em torno do seu mamilo saliente; ao perceber os seus olhos vidrados nos meus movimentos, não resisti à ânsia e me espichei para abocanhar a ponta da sua teta, toda ela, com auréola e papila mamária juntas; por vezes mordiscava o bico com sofreguidão e, enquanto ocupava a boca com o úbere de um lado, a mão cuidava de massagear o outro e vice-versa durante cada minuto de prazer em conjunto.
Deitada de costas sobre a cama, Laís contorceu o pescoço para trás e elevou o busto, numa evidente demonstração de que minhas carícias começavam a fazer o efeito desejado. Impossível para ela esconder as ondas de prazer que sentia, principalmente quando os afagos eram nas suas regiões erógenas mais sensíveis. No que me diz respeito, eu não estava imune às suas reações; pelo contrário, sofria estímulos com cada uma de suas manifestações de contentamento.
Livrei-me da toalha e de frente para a minha amada, arranquei-lhe, com a boca, a calcinha diminuta que mal cobria as suas partes pudendas. Óbvio que ela colaborou comigo. Em seguida, trepei sobre o seu corpo, agora totalmente desnudo, subindo por entre as suas pernas abertas até abocanhar seu queixo e nele aplicar uma leve mordida. Com as mãos livres, simultaneamente apertava e esfregava, de diferentes maneiras, cada uma de suas mamas - as duas ao mesmo tempo - enquanto deslizava a língua do seu pescoço para baixo, passando pelo tronco até alcançar o umbigo. Ela não escondia seu sofrimento: esticava a cabeça para trás e, de olhos fechados, passava a língua em torno dos lábios com afã ao mesmo tempo em que segurava minha cabeça.
Fi-la se deitar de bruços sobre a cama e pude deleitar-me com o prazer de admirar suas nádegas e cochas expostas ao alcance das minhas mãos sedentas. O falo, ereto, entre as minhas pernas, parecia um soldado armado pronto para disparar toda a munição e esvaziar o cartucho; com as veias e artérias no seu corpo cavernoso entupidas de energético, ele sofria espasmos involuntários e saltava de minuto a minuto; essas contrações de seus músculos exibiam vigorosa carga de desejo e perturbavam a minha concentração.
Laís me puxou pelo braço, rodeei a cama e ela pegou o meu garoto com prazer, recuou a pele e deixou a glande exposta, completamente. Com lascívia, usou a ponta da sua língua para esfregá-la na entrada da minha uretra, brincou; depois, distraiu-se contornando a língua na superfície da glande intumescida, até que, refém da excitação, ela abocanhou a cabeça do meu órgão, chupou gostoso e demoradamente; sem avisar, desceu a boca pelo membro enrijecido até não poder mais e ficou assim, subindo e descendo sucessivamente. Sabia que me maltratava com este seu divertimento; eu não disse nada, calado curti o regalo com satisfação. Na sequência da libertinagem, ela simulou engolir minha rola, e esta quase desapareceu dentro da sua boca; ao mesmo tempo segurava as minhas bolas com seus dedos em movimento, como se tivesse um brinquedo em suas mãos. Nossa! Que deleite!
Trepei de volta sobre a cama com a Laís presa entre os meus joelhos; segurei a mulher pelos ombros, contraí os dedos feito as garras de um animal e desci lentamente as mãos sobre suas costas; agoniada ela mordia o travesseiro. Percebendo a sua aflição caí de peito sobre ela; com meu rosto lado a lado com o seu, meti a boca no lóbulo da sua orelha e chupei afetuosamente, enquanto isso, ela se manteve quieta e passiva num enlevo difícil de descrever. Inquieto, deslizei de cima dela roçando a cara nas suas costas, lambendo num ponto e outro até conseguir morder-lhe os glúteos. Arrebatado de desejo, esfreguei o rosto sobre aqueles dois montes de carne macia, de um para o outro numa excitação intensa; meu amor compartilhava desse prazer comigo. Dei-lhe uns tapas na bunda, afastei as duas partes carnudas segurando firme e caí de língua na fresa da frisa da beirada do seu olho traseiro, que piscava arisco tamanha a sua sensibilidade. Laís desejava falar, mas, daquela voz inarticulada e dorida, veio apenas um gemido, o primeiro até ali; e eu senti escorrer uma gota de esperma fortuito.
Afastei-me o suficiente para ela atravessar uma perna sobre a minha cabeça e mudarmos de posição, foi então que nossos hormônios começaram a circular com mais intensidade. Com a cara enfurnada no seu baixo-ventre apontei a língua fazendo bico prolongado e duro, o mais duro que pude enrijar para adentrar a vulva; porém, ao esgarçar um lado e outro de seus macios lábios vaginais, um cacete miniatura escapuliu lá de dentro tal qual um vigia a impedir a minha ofensiva. Simultâneamente, Laís soltou um gemido plangente, este era o seu testemunho de que sofria de verdade. Percebi que ela estava sob tortura, como esse martírio faz parte da diversão, ignorei o fato e pressionei a língua sobre aquele pinguelinho para fazê-lo bailar de um lado para o outro ao sabor da minha vontade. Minha amada ficou possuída nessa hora, juntou as coxas e prendeu minha cabeça entre elas; sufocado, literalmente sem ar, ainda suportei o aperto sem dar tréguas ao sentinela. Laís, já no limite das suas forças, rolou na cama, obrigando-me a acompanhar seu movimento. Que loucura!
Com ela de quatro saí de baixo de suas pernas e subi de joelhos sobre o colchão, esfreguei suavemente a sua xereca com a mão, em seguida afastei o clitóris para o lado e afundei dois dedos na sua vagina. Notei que a mulher puxou o ar pela boca até encher os pulmões e se manteve assim, respirando ofegante, penosa e ruidosamente; ao mesmo tempo arriou a cara no travesseiro e ficou a girar a cabeça para um lado e outro. Com a genitália umedecida, meus dedos entraram fáceis pelo canal. Nessa hora, uma contração involuntária fez meu intumescido pênis saltar, segurei-o de mão-cheia. Alucinado de tesão mirei o canal da vulva e enterrei o cacete. Minha amada, coitada, gemeu de satisfação. Mas o prazer maior foi todo meu.
O vai e vem do movimento entusiasmado fez a mulher soltar a voz e pedir mais, e mais, e não para, não para... e geme daqui, e dali... até que suas pernas tremeram feito vara verde. Que gostoso, vê-la sofrer desse jeito! Mas eu não queria terminar já, antes desejava voltar àquele olho traseiro para possuí-lo, domá-lo, torná-lo dócil... Com a mão esquerda apoiada sobre uma banda da sua rabiola, dei-lhe uma tapa na outra com a direita. Ela mal se recuperou do regozijo alcançado há pouco e já soltou um aaaiiii... arrastado, de quem ainda tem mais para oferecer. Era meu desejo deixá-la satisfeita de verdade, então não perdi tempo, acertei-lhe outra tapa nas suas partes carnudas e meti a cara em seu traseiro, lambi seu fiofó de todo jeito, e, quando já melado de saliva, acheguei-me com o falo em riste, bati ele de um lado e outro em cada glúteo para definir o clima, apontei a cabeça roxa de tesão e empurrei o pau duro para invadir o orifício corrugado num assalto sem dó nem compaixão. Bastou, para a mulher se contorcer mediante a agressão. Concomitante, ela emitiu um som gutural - hummm -, pesaroso e algo dolorido, todavia muito breve, e daí em diante o frenesi comandou o nosso ritmo.
Percebi que Laís também se empenhava para me satisfazer, eram extremamente deliciosos seus movimentos, tanto que perdi a compostura; naturalmente agarrei seus cabelos e puxei com vontade, usei a mão livre para lhe dar outras palmadas, enquanto um contínuo vai e vem tresloucado embalava o nosso entretenimento. Não demorou para chegarmos juntos ao ápice do prazer.
Que regalo maravilhoso! Só com a Laís mesmo.
Esse foi demais! Inesquecível!
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