Tema Acessibilidade

Amigo da cobra

 

Quem eu pensava serem,

Amigos são umas cobras;

Da espécie,

Mais venenosa.

 

Seu opio não sai,

Dos dentes,

Saem da língua...

Não rastejam como serpentes.

 

Andam sobre duas pernas,

Falam, comem e dormem,

Mas não são inofensivos

Seu poder está-nos que passam fome.

 

Passam fome de amor de carinho;

Está-nos que sofrem cor a dor;

Que não tem cura que só a,

Morte liberta me falta da vida o calor.

 

TALVANES FAUSTINO 

ESCRITO POR Talvanes Faustino 27 K leituras
11 textos
Direitos Autorais

© 2016. Todos os direitos reservados ao autor. É proibido copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas ou utilizar comercialmente esta obra sem autorização expressa do autor.

2 K leituras
Classificação de conteúdo:
Indefinido

Publicado
Denunciar conteúdo
Este conteúdo foi publicado por um autor da plataforma e é de sua responsabilidade. Ele deve respeitar a Política de Conteúdo do Portal Escritores. Caso identifique alguma violação, utilize o Fale Conosco.

Comentários


Mais textos deste autor

Poesias

Pau da Terra

Trouxemos a prisioneiraEsvaindo em prantos e lamúriasImplorava por misericórdiaNão recuamos um passo ante a penúria.... [Continue lendo.]
Publicado
Poesias

Poema Sujo

Te pego em meus braçosLevo-te para camaFaço-te mulherMinha senhora, minha dama. Imprimo beijosTeu lábio... [Continue lendo.]
Publicado
Poesias

Veneno

Eu gosto do veneno Que mesmo sabendo  Que isso vai me levar à morte  Não escapo ao meu intento  E ao mesmo... [Continue lendo.]
Publicado
Poesias

Atrapalhado

  Eu sempre caminhoA errar,Ela sempre tem de ouvirMinha falha perdoar. Ouço, mas não digoFalo, mas não... [Continue lendo.]
Publicado